A Origem do Nome Albuquerque
Decidi começar o "posting" neste blog por um clássico já muito clássico dos nossos arquivos quiosquianos, que é a origem do nome ALBUQUERQUE, uma história que me ocorreu numa ida aos Açores... Vamos lá então explicar o que se sabe que intriga muitas das pessoas que ouvem o nome Albuquerque, que é a problemática da origem do seu nome (" Albuquerque?! hmmmmm a problemática da origem deste nome intriga-me mesmo...... Bolas..." - isto dizem as pessoas) Leiam com atenção, e fiquem já com uma ideia da imensa estupidez que estará associada a este blog:
Ora então ( acho que é uma boa maneira de se começar um ensaio filosófico),
Séc. XIV, Portugal. No Condado Drogalis, hoje mais vulgarmente conhecido como Cova da Moura, há uma pastelaria muito famosa pelos seus queques. Bem, na verdade, não se chamavam "queques", pois o dono da pastelaria, um modesto quiosquiano, questionou-se um dia, enquanto esfregava as patas do seu cão com pedra-pomes da Galiza (aproveito para, desde já, avisar os nossos futuros seguidores e amantes desta filosofia quiosquiana, para se habituarem a este tipo de descrições aparentemente absurdas - fazem parte do nosso esquema de descontrução da realidade, um estratagema altamente sofisticado, fruto dos nossos grandes conhecimentos sobre associação livre psicanalítica e hermenêutica, e da nossa extrema familiarização com todo o processo de conserva de damascos em calda nas Bahamas)...
ora onde ia eu? ah, então o dono da pastelaria achava o nome "queque" demasiado disparatado - para quê ter, na mesma palavra duas sílabas iguais?! é melhor dizer só a ultima parte do nome, que é bem mais fácil de dizer,pois não temos de abrir tanto a boca, enquanto poupamos energia a dizer(façam a experiência, isto não está aqui ao calhas, que é que pensam?!)
Então, eram agora famosos os deliciosos "ques" da pastelaria deste senhor... A pastelaria só não tinha uma coisa - nome... Muitas horas passou o dono à procura de um nome original, que ficasse no ouvido (pior era depois para tirar, mas felizmente na altura já se faziam aquelas cotonetes muito jeitosas, de algodão da Grécia, da ilha Koufonissia, o único sítio do mundo onde há bichos-da-seda de barriga laranja) Procurou, procurou, mas não conseguiu achar tal nome...
Um dia, estava ele na pastelaria, ainda a pensar no nome, quando entra o parvinho do condado, um deficiente mental chamado Albu... O Albu entra na loja em grande alvoroço, olha para a deliciosa colecção de "ques", e extasiado e completamente vidrado na montra, diz, no seu jeito Neanderthalês de falar :" ALBU QUER QUE!! ALBU QUER QUE!!!"
O dono, que nem se apercebeu da situação, ouvindo tais palavras a serem proferidas, achou que a sua busca tinha terminado... Albuquerque era o nome eleito!
Desde então passou a ser Pastelaria Albuquerque, nome que tem sido usado para nomear muita gente e muita coisa, nomeadamente uma marca de amendois casca-de-leão muito famosa prós lados do Belize...
Ora então ( acho que é uma boa maneira de se começar um ensaio filosófico),
Séc. XIV, Portugal. No Condado Drogalis, hoje mais vulgarmente conhecido como Cova da Moura, há uma pastelaria muito famosa pelos seus queques. Bem, na verdade, não se chamavam "queques", pois o dono da pastelaria, um modesto quiosquiano, questionou-se um dia, enquanto esfregava as patas do seu cão com pedra-pomes da Galiza (aproveito para, desde já, avisar os nossos futuros seguidores e amantes desta filosofia quiosquiana, para se habituarem a este tipo de descrições aparentemente absurdas - fazem parte do nosso esquema de descontrução da realidade, um estratagema altamente sofisticado, fruto dos nossos grandes conhecimentos sobre associação livre psicanalítica e hermenêutica, e da nossa extrema familiarização com todo o processo de conserva de damascos em calda nas Bahamas)...
ora onde ia eu? ah, então o dono da pastelaria achava o nome "queque" demasiado disparatado - para quê ter, na mesma palavra duas sílabas iguais?! é melhor dizer só a ultima parte do nome, que é bem mais fácil de dizer,pois não temos de abrir tanto a boca, enquanto poupamos energia a dizer(façam a experiência, isto não está aqui ao calhas, que é que pensam?!)
Então, eram agora famosos os deliciosos "ques" da pastelaria deste senhor... A pastelaria só não tinha uma coisa - nome... Muitas horas passou o dono à procura de um nome original, que ficasse no ouvido (pior era depois para tirar, mas felizmente na altura já se faziam aquelas cotonetes muito jeitosas, de algodão da Grécia, da ilha Koufonissia, o único sítio do mundo onde há bichos-da-seda de barriga laranja) Procurou, procurou, mas não conseguiu achar tal nome...
Um dia, estava ele na pastelaria, ainda a pensar no nome, quando entra o parvinho do condado, um deficiente mental chamado Albu... O Albu entra na loja em grande alvoroço, olha para a deliciosa colecção de "ques", e extasiado e completamente vidrado na montra, diz, no seu jeito Neanderthalês de falar :" ALBU QUER QUE!! ALBU QUER QUE!!!"
O dono, que nem se apercebeu da situação, ouvindo tais palavras a serem proferidas, achou que a sua busca tinha terminado... Albuquerque era o nome eleito!
Desde então passou a ser Pastelaria Albuquerque, nome que tem sido usado para nomear muita gente e muita coisa, nomeadamente uma marca de amendois casca-de-leão muito famosa prós lados do Belize...
