Estudos McDonaldianos
Estando sem inspiração nem disposição (visto ter uma vida extremamente ocupada neste momento) para me aventurar no fundo do meu génio criativo e puxar o lustro ao meu ofuscante mundo de originalidade, no sentido de criar mais um texto de humor, pensei recorrer, mais uma vez, aos arquivos deste blog e tentar encontrar um rascunho que desse para aproveitar.
Pondo isto em termos gráficos e simbólicos: Chafurdei na lama pseudo-intelectual da pocilga virtual deste blog de caca, para tentar desvendar alguma pérola por entre resto de comida e fezes suínas.
(Isto era desnecessário, dizem vocês, mas, visto que eu, neste momento, me encontro num daqueles bares muito eruditos, daqueles que tem uma livraria, uma máquina de café gratuito, e cujo pessoal da casa tem que usar uns aventais muito design a que chamam de uniforme de trabalho, e estar ali no canto uma daquelas intelectuais boazudas, tenho que arranjar matéria para estar sempre a escrever, para prolongar o estilo que neste momento me dá pinta de jovem escritor - e acho que ela me está a achar piada, sinto, sinceramente, que ela me deseja ardemente, vejo-o na maneira sensual e sugestiva com que ela folheia aquele volume sobre... ...qualquer coisa acabada em "ismo" ou "logia"...)

Bem, passada esta introdução chata comó Carvalho, devo dizer que resolvi trabalhar uma ideia presente num texto que na altura se encontrava associado à Pirâmide McDonaldiana™.
O texto nasceu precisamente na altura em que eu e a minha vasta equipa (éramos 2 ao todo) levávamos a cabo importantes estudos na comunidade McDonaldiana, e refere-se à relevante pesquisa e observação sociológica associada aos Métodos de Ketchupização das batatas fritas, ou simplesmente, aos estratagemas utilizados para molhar as batatas fritas no ketchup.
Pondo isto em termos gráficos e simbólicos: Chafurdei na lama pseudo-intelectual da pocilga virtual deste blog de caca, para tentar desvendar alguma pérola por entre resto de comida e fezes suínas.
(Isto era desnecessário, dizem vocês, mas, visto que eu, neste momento, me encontro num daqueles bares muito eruditos, daqueles que tem uma livraria, uma máquina de café gratuito, e cujo pessoal da casa tem que usar uns aventais muito design a que chamam de uniforme de trabalho, e estar ali no canto uma daquelas intelectuais boazudas, tenho que arranjar matéria para estar sempre a escrever, para prolongar o estilo que neste momento me dá pinta de jovem escritor - e acho que ela me está a achar piada, sinto, sinceramente, que ela me deseja ardemente, vejo-o na maneira sensual e sugestiva com que ela folheia aquele volume sobre... ...qualquer coisa acabada em "ismo" ou "logia"...)
Bem, passada esta introdução chata comó Carvalho, devo dizer que resolvi trabalhar uma ideia presente num texto que na altura se encontrava associado à Pirâmide McDonaldiana™.
O texto nasceu precisamente na altura em que eu e a minha vasta equipa (éramos 2 ao todo) levávamos a cabo importantes estudos na comunidade McDonaldiana, e refere-se à relevante pesquisa e observação sociológica associada aos Métodos de Ketchupização das batatas fritas, ou simplesmente, aos estratagemas utilizados para molhar as batatas fritas no ketchup.
(A título de aparte, gostaria de saber que imagens vêm à cabeça do leitor quando lê a palavra Ketchupização. Peço encarecidamente que as comunicassem num eventual comentário a este post, e que o façam seriamente, nada de comentários de baixo nível e de riso fácil, do tipo "olá babe, vamos ali atrás do escorrega dos putos e eu deixo-te ketchupizar a minha batata frita"...nada disso, por favor)
O estudo trata, portanto, de enunciar e enumerar alguns dos idiossincráticos métodos de
posologia de ketchup nas batatas fritas. (chamo a atenção para a expressão "métodos idiossincráticos de posologia").Os variadíssimos métodos, alguns bem originais e estranhos, têm todos eles as suas vantagens e desvantagens, sendo o objectivo comum a todos eles a optimização do uso do ketchup na batata frita. Devo acrescentar que a minha equipa não inventou nenhum, apenas nos resumimos a classificá-los e catalogá-los por ordem de frequência e a atribuir-lhes uma nomenclatura.
Muitos de vós, inúmeros, milhares por certo, leitores assíduos deste blog, irão identificar-se com alguns dos métodos e vão certamente compreender a importância deste assunto e desta pesquisa, a que eu e a minha equipa nos propusemos a estender a um grande estudo social e antropológico à escala mundial, para nos compreendermos melhor como seres humanos. Enfim, depois parámos de fumar disso durante uns tempos e vimos que realmente a ideia era parva.
Mesmo assim, estamos perfeitamente convictos de que qualquer sociólogo, antropólogo ou mesmo psicanalista e homem de ciência que se preze ficaria orgulhoso do estudo.
Por isto tudo, sinto-me confortável para partilhar convosco esta lista. Ei-la:
MÉTODOS DE KETCHUPIZAÇÃO ™
(sim, esta lista também tem direitos de autor, nós não andamos aqui a brincar, ou que julgam??)
O método porventura mais frequente de ketchupização das batatas fritas é a chamada Caixa de Pandora ou, simplesmente, e talvez mais adequado, o Baú Aberto, que consiste em colocar todo as batatas fritas na parte da caixa do hamburger que está vazia, para em seguida aplicar sobre elas o ketchup. Nesta fase, usa-se o chamado Sistema da Rega, que consiste em abrir a
pequena embalagem do ketchup e aplicá-lo livremente sobre o molhe de batatas. Este sistema é também conhecido como o Sistema Jackson Pollock, e tem diversas variantes, que se prendem com o desenho aparente da Rega, sendo talvez a mais frequente A Espiral, mas havendo outras com igual popularidade como O Gamão (de homenagem ao tabuleiro do jogo com o mesmo nome-consiste num desenho aos zigue-zagues) ou A Mosca Tonta.
pequena embalagem do ketchup e aplicá-lo livremente sobre o molhe de batatas. Este sistema é também conhecido como o Sistema Jackson Pollock, e tem diversas variantes, que se prendem com o desenho aparente da Rega, sendo talvez a mais frequente A Espiral, mas havendo outras com igual popularidade como O Gamão (de homenagem ao tabuleiro do jogo com o mesmo nome-consiste num desenho aos zigue-zagues) ou A Mosca Tonta.No mesmo grupo da Rega, existe A Bisnaga, em tudo semelhante à primeira excepto no contentor do ketchup. Aqui, o ketchup é aplicado bombeando uma espécie de torneira de ketchup, que geralmente se encontra numa mesa separada.(Há qualquer coisa de misterioso e sedutor naquele impulso que uma pessoa tem de estar ali a bombear ketchup até dizer chega.Eu falo por mim, eu passava ali horas se pudesse, só a bombear ketchup. Aliás, um dos meus sonhos é um dia chegar a um restaurante McDonald's qualquer e ver na porta um magnífico papelinho com as letras PRECISA-SE: BOMBEADOR DE KETCHUP)
Um outro método também muito visto, e que, pessoalmente, é o meu predilecto, é o Método do Vértice - Tendo o baú aberto, coloca-se o ketchup todo num canto da parte vazia do baú. É, porventura, o método que oferece a melhor percentagem de batata frita molhada com ketchup, visto que a batata frita tem, na zona do canto, 3 faces do báu com as quais se pode encher de ketchup.
Geralmente combino este método com outro, o engenhoso e inteligente Método da Dobra, com o qual eu e a minha equipa travámos conhecimento no XIII Congresso Europeu de Ketchupização , que consiste simplesmente em dobrar a batata frita a meio para depois a molhar no ketchup, obtendo assim uma ainda melhor percentagem de batata frita com ketchup, que ronda os 70-80%.
Há um método que, embora não muito higiénico, não deixa de ser divertido e, na verdade, também prático, é o que a minha equipa chamou de BSOC, sigla para o Método Blood Stain On The Carpet, que consiste no despejar do conteúdo da embalagem do ketchup num ponto aleatório do papel que cobre o tabuleiro, para depois então molhar as batatas no molhe.
Outro método, não muito comum, mas ainda assim com algum sentido prático, consiste em não despejar o conteúdo da embalagem, mas sim molhar directamente a batata frita dentro da embalagem aberta, técnica que um membro da minha equipa com mente pervertida apelidou de Método do Coito Menstruado.
Esse mesmo membro da equipa afirmou, deve-se dizer que com razão científica, que se o buraco da abertura da embalagem for suficientemente largo, poderia combinar-se este método do CM com o Método Twix, método que consiste simplesmente em emparelhar duas batatas fritas de comprimento semelhante, conseguindo assim molhar duas ao mesmo tempo na embalagem.
Uma estranha variante do Método Twix é o exótico Método da Manteiga Vermelha, que uma equipa de investigadores Ketchupistas ingleses afirma ser popular na região nordeste da Grã-Bretanha, onde as duas batatas emparelhadas são barradas de ketchup por uma terceira cheia de ketchup, que no fim do processo é comida também.
(e sim, de facto eu inventei esta treta toda das batatas fritas e do ketchup só para poder usar, num contexto extremamente estúpido, a expressão "chupistas ingleses")
Ainda dentro dos métodos de ketchupização polibatatais (ou seja, aqueles que se servem de duas ou mais batatas simultaneamente) destacamos o impaciente Método Napalm, que consiste no mergulhar simultâneo de um pequeno punhado de batatas no molho, prático para quem segue o lema FAST FOOD - FAST EATING.
Em breve os estudos retomarão e mais métodos serão devidamente estudados e catalogados. Por enquanto, os membros da equipa encontram-se num período de reflexão intensa, cujos problemas e dúvidas essencias prendem-se sobretudo com o porquê desta lista existir, e se a sua elaboração e toda a actividade intelectual, cerebral, sexual, e Alcacér do Sal a ela inerente não poderia ser substituída por algo mais útil. Algo que servisse, por exemplo, para engatar intelectuais boazudas.
Quanto a essa, que me estava a topar há bocado- acho que a perdi para um branquelas de óculos e pêlo facial esquisito que apareceu aqui com um calhamaço que deve pesar mais do que ele.
Estas gajas... Não podem ver um homem que saiba uma coisa ou duas sobre arte pós-moderna e a vertente niilista latente em alguns clássicos pré-soviéticos que ficam logo todas derretidas... Clássicos pré-soviéticos, grande coisa!...
Bem, de qualquer maneira, acho que aquilo era cultura a mais pra minha camioneta...
Outro método, não muito comum, mas ainda assim com algum sentido prático, consiste em não despejar o conteúdo da embalagem, mas sim molhar directamente a batata frita dentro da embalagem aberta, técnica que um membro da minha equipa com mente pervertida apelidou de Método do Coito Menstruado.
Esse mesmo membro da equipa afirmou, deve-se dizer que com razão científica, que se o buraco da abertura da embalagem for suficientemente largo, poderia combinar-se este método do CM com o Método Twix, método que consiste simplesmente em emparelhar duas batatas fritas de comprimento semelhante, conseguindo assim molhar duas ao mesmo tempo na embalagem.
Uma estranha variante do Método Twix é o exótico Método da Manteiga Vermelha, que uma equipa de investigadores Ketchupistas ingleses afirma ser popular na região nordeste da Grã-Bretanha, onde as duas batatas emparelhadas são barradas de ketchup por uma terceira cheia de ketchup, que no fim do processo é comida também.
(e sim, de facto eu inventei esta treta toda das batatas fritas e do ketchup só para poder usar, num contexto extremamente estúpido, a expressão "chupistas ingleses")
Ainda dentro dos métodos de ketchupização polibatatais (ou seja, aqueles que se servem de duas ou mais batatas simultaneamente) destacamos o impaciente Método Napalm, que consiste no mergulhar simultâneo de um pequeno punhado de batatas no molho, prático para quem segue o lema FAST FOOD - FAST EATING.
Em breve os estudos retomarão e mais métodos serão devidamente estudados e catalogados. Por enquanto, os membros da equipa encontram-se num período de reflexão intensa, cujos problemas e dúvidas essencias prendem-se sobretudo com o porquê desta lista existir, e se a sua elaboração e toda a actividade intelectual, cerebral, sexual, e Alcacér do Sal a ela inerente não poderia ser substituída por algo mais útil. Algo que servisse, por exemplo, para engatar intelectuais boazudas.
Quanto a essa, que me estava a topar há bocado- acho que a perdi para um branquelas de óculos e pêlo facial esquisito que apareceu aqui com um calhamaço que deve pesar mais do que ele.
Estas gajas... Não podem ver um homem que saiba uma coisa ou duas sobre arte pós-moderna e a vertente niilista latente em alguns clássicos pré-soviéticos que ficam logo todas derretidas... Clássicos pré-soviéticos, grande coisa!...
Bem, de qualquer maneira, acho que aquilo era cultura a mais pra minha camioneta...

3 Comments:
«e estar ali no canto uma daquelas intelectuais boazudas»
«"olá babe, vamos ali atrás do escorrega dos putos e eu deixo-te ketchupizar a minha batata frita"»
«batata frita molhada com ketchup»
«molhar directamente a batata frita dentro da embalagem»
«Coito Menstruado»
«"chupistas ingleses"»
«para engatar intelectuais boazudas»
«calhamaço que deve pesar mais do que ele»
«Estas gajas»
Só sabes falar de gajas e molhar a batata frita na ... menstruada cm chupistas ingleses ah espera da sua vez cm o calhamaço que pesa mais queles na mão
dscp n posso continuar o tlm está a tocar «Sócio! sócio! o Pardaaal tá.t a ligar o Pardal tá.t a ligar a parte da ketchupização fika pá proxima
ahahah
tava-me a ligar ha bocado!!
trabalha e bota mais posts deixa la d fazer 3D do terreno (sabes qual era a primeira coisa q o brono fazia qdo recebiams um proj novo? um 3D do terreno)
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